❤ Um Blog para quem curte a maternidade com afeto. ❤

sábado, 13 de junho de 2015

O Chá de Bernardo- meu segundo filho.



Quando penso em um chá de fraldas, minha ideia principal é a de confraternizar com amigos e familiares e anunciar a gravidez para todos oficialmente.

Eu e meu esposo somos super simples e gostamos de festas sem muita pompa em que todos fiquem à vontade. E normalmente é o que acontece.

Na festinha encomendamos doces, salgados, cupcakes e por aí vai... compramos as bebidas... encomendamos lembrancinhas... enfeitamos o espaço com roupinhas e coisinhas de bebê... ficou ótimo!

O bolo, que ficou lindo, foi presente da futura madrinha do baby e deu o arremate final para a festa ficar super lindinha.



Existem muitas ideias na internet para chá de fraldas, eu peguei uma que vem com um kit pronto e ensina a editar (caso deseje), aqui o link: http://www.soumae.org/kit-cha-de-bebe-menino/

Mas algo nesta festinha foi muito especial: as encomendas foram feitas todas com mulheres e mães empreendedoras. Não é coincidência! Mães fazem tudo com muito mais amor! S2

Tivemos alfajors, fraldas de pano, lembrancinhas de feltro, cupcakes e popcakes... uma perfeição!

Alguns links das empreendedoras aqui:

Alfajors: https://www.facebook.com/AlfajorBorges?fref=ts
Lembrancinhas de feltro: https://www.facebook.com/profile.php?id=100009323143406&fref=ts
Doces e cupcakes: http://www.facebook.com/docesiza?fref=ts
Fraldas de pano: https://www.facebook.com/lojabebenatureza?fref=ts

Falando em fraldas... ganhei uma grande parte das fraldas tradicionais e algumas fraldas de pano modernas. Estou APAIXONADA pelas fraldas ecológicas. São lindas! Confortáveis! E pelo que andei pesquisando, trazem uma economia boa para o bolso. Prometo um post sobre fraldinhas em breve!



Agradeço aos amigos e familiares que puderam estar conosco. O chá foi ótimo!

Mama








domingo, 26 de abril de 2015

Estar grávida não é assim tão simples.

Estar grávida não é assim tão simples...

Para mim não é.

Agora, na segunda gestação, após três meses de enjoos severos, tudo parece estar mais tranquilo, tomando seu lugar.

A barriga está crescendo e outros desconfortos surgindo. Cansaço principalmente.

Estou no quarto mês apenas, com uma barriga já aparente, com sono quase sempre e com um cansaaaaço...

Tudo ok com todos os exames. Pressão baixinha, colesterol beleza, mas o meu peso... aumentou bem rápido e nem tenho comido tanto. Com o baby, tudo ok também! Isso é o que importa!

Optar por engravidar novamente foi aceitar começar tudo mais uma vez.

E tem sido bem parecido coma primeira gestação, pelos menos no princípio, com enjoos incapacitantes, daqueles que impedem a pessoa de comer ou beber qualquer coisa ou sentir qualquer cheiro... enfim... passou!

Agora é a hora de montar o enxoval e comprar o necessário! Não quero deixar para o final da gestação, porque sei que a barriga vai estar gigantesca e as dificuldades de locomoção e o cansaço estarão ainda maiores.

Este é um post de sentimentos, mas não é nada sentimental. Talvez esteja mais para desabafo e relato de experiência do que para algo romântico ou idealizado.

Para além das preocupações com questões de desconforto físico (gases, prisão de ventre, dificuldade para dormir, inchaços etc), tenho me preocupado, também, com questões como parto, amamentação, família, cuidados com os filhos, com a casa, com o trabalho e com o fato de eu estar em uma cidade sem meus familiares... enfim... trabalhar o psicológico para o parto, pós parto e puerpério, que já não é fácil.

Quem já foi mãe sabe da carga hormonal descompensada que é o puerpério, período também em que a amamentação começa (estou torcendo para que a amamentação do meu segundo baby seja um sucesso total, já que eu amo amamentar e lembro que era algo que sempre me fazia sentir feliz. Provavelmente, os hormônios nos ajudem a sentir esta felicidade também!!!)

Minha experiência com a amamentação foi complicada no início, mesmo o bebê mamando bem, o peito sempre produzia muito leite. Mamas cheias, cheias e doloridas. Nada de ferimentos. Houve uma boa pega pelo bebê. A dificuldade maior surgiu aos quatro meses quando os ductos ficaram entupidos, impedindo e leite de sair, o que causava muita dor. Uma consulta ao mastologista, remédio certeiro e depois disso foi amamentar até os 2 anos e 3 meses. Tudo lindo!

Uma situação que vai ser diferente é a volta ao trabalho depois da licença maternidade (de 6 meses). Com a minha primeira filha, a licença encerrava aos 4 meses e por motivos diversos (insatisfação com o trabalho exercido, remuneração baixa que não compensava e vontade de ficar à frente dos cuidados com o bebê, principalmente) deixei o trabalho para cuidar da cria. Foi muito bom!

Agora, estando em um emprego estável, com uma jornada de trabalho de meio período, com uma licença maternidade ampliada, existe um conforto maior. Fico feliz de trabalhar em um local que, inclusive, possui creche para atender aos filhos dos funcionários. A realidade será outra. Terei que delegar os cuidados do meu segundo filho, por um turno, a terceiros. Vai ser diferente, mas estou com boas expectativas.

Para mim, gravidez é tudo isso! Um conjunto de sentimentos e muitos questionamentos. Momento de releituras e de aprendizados. Não é só o encanto de ver a barriga crescer e comprar roupinhas fôfas. Isso também! Montar enxoval é delicioso! Ficar pensando no bebê enquanto ele mexe é esplendoroso! Mas, principalmente, pensar  em questões emocionais e físicas. Em estruturar a vida, repensá-la, transformá-la. E viver, pensar e transformar... não é tão simples, mas nos torna sempre melhores.

Esse novo bebê é muito bem vindo. As experiências que vamos viver com ele serão únicas e nos trarão aprendizados diversos. Ser uma mãe de segunda viagem deve ajudar em termos de paciência, equilíbrio e por se ter mais experiência, creio eu! Rsrsrsrsrs!

Enfim... embarcamos com os melhores sentimentos nesta segunda viagem, colorida e especial.

Vou retomar as postagens do blog com mais frequência. Isso vai ser legal!

Todos a bordo?!






segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

A hora de dormir. O relógio está no 10!



Não é tática de guerrilha, mas estamos dormindo as 10h da noite!

Quando o relógio aponta para o número 10, essa é a hora de dormir.

Na minha casa tem funcionado assim. Depois de períodos de noites sem dormir, horários trocados, sonecas da tarde etc. Agora, finalmente, conseguimos conversar e ir para cama com um horário definido e sem maiores problemas.

Não tem choro, não tem chateação, não tem deixar chorando, não tem deixar no escuro, não tem deixar sozinho.

É 10 horas. É hora de dormir. É hora de deitar. Hora de descansar um pouquinho. Hora de ficar na coberta quentinha. Hora de ter o papai e a mamãe por perto. Hora de historinha. Tem sido delicioso!

Minha filha não tem problema para dormir, percebi isto. Nós é que muitas vezes ansiamos, com pressa, para que tudo seja uma rotina agradável e com criança, esta regra nem sempre funciona.

A hora do soninho chegou. Tem hora marcada, tem amor e tem aconchego.

Nesta primeira fase, ela está dormindo conosco. Isto mesmo! Cama compartilhada é algo que nos agrada e não nos atrapalha. Em breve, faremos a migração pro seu quarto, percebendo maturidade e desejo para tal fato acontecer.

E assim tem sido! Cama compartilhada, hora de dormir afeto e zzzzzzzzz...