❤ Um Blog para quem curte a maternidade com afeto. ❤

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

A mais velha quer atenção e não está sendo fácil!

Todo mundo pergunta se a pequena tem ciúmes do irmão mais novo. Isso deve ser muito comum, para as pessoas perguntarem tanto.

No princípio, não houve ciúmes, mas ela ficou muito carente e dengosa. Agora, que eu acho que ela entrou na disputa por atenção e este deve ser o tal do ciúme que as pessoas tanto falam.

Para ter atenção ela faz coisas que eu reprovo e aí eu tenho que ficar reclamando o tempo todo.

O nível de estresse nas alturas! E o que fazer?

Eu não sei bem... Tenho procurado conversar mais, ter mais momentos só eu e ela, fazê-la participar dos cuidados com o baby, ter mais paciência... Enfim... Mas não é matemática e nem tem fórmula secreta.

Estamos vivendo um processo de adaptação. Eu não sou a mesma mãe de antes, sou mãe de foi agora, são cuidados compartilhados. Ela não é mais a filha de antes, agora ela é a irmã mais velha. Está sendo um aprendizado para nos duas.

Não está sendo fácil. Tenho ficado bem nervosa as vezes. Falar uma coisa repetidamente, ficar reclamando por teimosia e pirraça, isso me tira do sério.

Agora que chegaram as férias e ela passa o dia inteiro conosco, os momentos de atrito aumentaram.

O que tem ajudado bastante é receber os amiguinhos em casa. Ela se distrai e foca na diversão. Ir bricar na casa dos vizinhos também ajuda. Quando ela fica brincando só, ela, depois de um tempo, enjoa e vem para ficar comigo. Ela quer que eu brinquedos, mas nem sempre dá. Então começa a chamar a minha atenção fazendo coisas erradas.

Como eu disse, ainda não achei a fórmula mágica. Estamos nos adaptando. Como não faltam amor e atenção, qualquer hora dessas acharemos nosso equilíbrio. Talvez seja só mais uma fase de tantas que ainda estão por vir...

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Herdei da minha irmã :)

A primeira filha foi menina e acabou tendo muuuita coisa rosa ou com detalhes de lacinho e tals.

Do enxoval, consegui aproveitar pouquíssimas roupas: algumas muito velhas, outras muito cheias de frufru ou lacinhos e tal. Fraldinha, cueiros, lençol consegui aproveitar quase tudo.

O dilema foi o carrinho de bebê! Super rosa. Pink!




Eu fiquei encucada, não nego, mas meu esposo me ajudou a entender que não é nada demais.

O chato é que na rua todo mundo pergunta ou se confunde... Kkkkk... É até engraçado!

Hoje, estamos tranquilissimos. Passeio 1h, todos os dias, com meu baby no seu carrinho rosa que herdou da irmã. ;)

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

A rotina do sono com o bebê


Conseguimos há, mais ou menos, uma semana uma rotina de sono com o bebê. Isso é mágico! Poder dormir um pouco mais. Dormir melhor. Sonho de toda mamãe de bebê novinho, né?

Com minha primeira filha a rotina demorou a chegar. Dormir era difícil!

Com o segundo baby. Agora, no segundo mês, conseguimos ter noites de sono mais tranquilas.

Durante o dia, mamadas em livre demanda. Mais ou menos de hora em hora. E não tem uma rotina fixa, apenas o banho da manhã, que é sempre às 10h.

Durante o dia, fazemos de tudo. Saímos, brincamos... O que ocorrer no dia.

Chegando o fim da tarde, entra a rotina que conseguimos estabelecer. 17h passeio de carrinho. 18h, banho quente de balde e 19h luzes apagadas e colinho na rede. Tem funcionado bem.


Como agora tem 4 vacinas para tomar, as reações podem acontecer e mudar todo o ritmo com febre e dor no baby.

Uma vizinha me orientou a dar a vacina pela manhã pra tentar não mudar a rotina da noite. Vou tentar!

Tou adorando dormir um pouco mais. Muuuito bom!


sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Consegui dormir abraçadinha com ela.

Morrendo de saudade de ficar um tempo a mais dengando minha pequena...

Maior parte do tempo, acabo ficando com o irmãozinho mais novo que acabou de nascer, amamentando e cuidando dia e noite.

Ontem, aconteceu algo muito bacana. Ela acordou no meio da noite querendo fazer xixi e ficou chorosa um tempinho. Ela estava dormindo em outro cômodo com o pai. Saí para ver o motivo do choro e assumi a pequena.

Perguntei (carente) se ela queria dormir abraçadinha comigo e ela respondeu que sim.

Fiz um curativo no dedinho ferido, dei uma biscoitinhos com leite (porque ela acordou faminta) e fomos para a cama.

O pequeno acordou! Hora da mamada!

Ela falou: -  "ele nunca deixa a gente ficar juntas".

Retomei o papo, expliquei que ele era só um bebezinho com fome e que ela também tinha sido assim.

Pois ela esperou nosso tempo.

Acabou a mamada, coloquei o pequeno pra arrotar e dormir. Lógico que isso tudo levou um tempo, mas a hora da recompensa chegaria.

Com o pequeno dormido, deitamos juntas, trocamos carinhos e dormimos abraçadinhas. Foi delicioso!

Uma hora depois, acordei pra outra mamada, mas eu estava tão bem. Aquilo me fez bem demais. Pude vê-la dormindo seu soninho angelical enquanto amamentava seu irmãozinho numa poltrona ao lado da cama.

Minha filhota é linda, paciente e carinhosa. Sorte a minha!

Estamos aproveitando sempre para estarmos juntinhas. Nos passeios ao parquinho, no banho de sol, na troca de fraldas. Fazemos muitas coisas juntas e com o irmãozinho. Mas esse momento só nosso foi muito especial. Precisamos repetir mais vezes.

Mama

sábado, 13 de junho de 2015

O Chá de Bernardo- meu segundo filho.



Quando penso em um chá de fraldas, minha ideia principal é a de confraternizar com amigos e familiares e anunciar a gravidez para todos oficialmente.

Eu e meu esposo somos super simples e gostamos de festas sem muita pompa em que todos fiquem à vontade. E normalmente é o que acontece.

Na festinha encomendamos doces, salgados, cupcakes e por aí vai... compramos as bebidas... encomendamos lembrancinhas... enfeitamos o espaço com roupinhas e coisinhas de bebê... ficou ótimo!

O bolo, que ficou lindo, foi presente da futura madrinha do baby e deu o arremate final para a festa ficar super lindinha.



Existem muitas ideias na internet para chá de fraldas, eu peguei uma que vem com um kit pronto e ensina a editar (caso deseje), aqui o link: http://www.soumae.org/kit-cha-de-bebe-menino/

Mas algo nesta festinha foi muito especial: as encomendas foram feitas todas com mulheres e mães empreendedoras. Não é coincidência! Mães fazem tudo com muito mais amor! S2

Tivemos alfajors, fraldas de pano, lembrancinhas de feltro, cupcakes e popcakes... uma perfeição!

Alguns links das empreendedoras aqui:

Alfajors: https://www.facebook.com/AlfajorBorges?fref=ts
Lembrancinhas de feltro: https://www.facebook.com/profile.php?id=100009323143406&fref=ts
Doces e cupcakes: http://www.facebook.com/docesiza?fref=ts
Fraldas de pano: https://www.facebook.com/lojabebenatureza?fref=ts

Falando em fraldas... ganhei uma grande parte das fraldas tradicionais e algumas fraldas de pano modernas. Estou APAIXONADA pelas fraldas ecológicas. São lindas! Confortáveis! E pelo que andei pesquisando, trazem uma economia boa para o bolso. Prometo um post sobre fraldinhas em breve!



Agradeço aos amigos e familiares que puderam estar conosco. O chá foi ótimo!

Mama








domingo, 26 de abril de 2015

Estar grávida não é assim tão simples.

Estar grávida não é assim tão simples...

Para mim não é.

Agora, na segunda gestação, após três meses de enjoos severos, tudo parece estar mais tranquilo, tomando seu lugar.

A barriga está crescendo e outros desconfortos surgindo. Cansaço principalmente.

Estou no quarto mês apenas, com uma barriga já aparente, com sono quase sempre e com um cansaaaaço...

Tudo ok com todos os exames. Pressão baixinha, colesterol beleza, mas o meu peso... aumentou bem rápido e nem tenho comido tanto. Com o baby, tudo ok também! Isso é o que importa!

Optar por engravidar novamente foi aceitar começar tudo mais uma vez.

E tem sido bem parecido coma primeira gestação, pelos menos no princípio, com enjoos incapacitantes, daqueles que impedem a pessoa de comer ou beber qualquer coisa ou sentir qualquer cheiro... enfim... passou!

Agora é a hora de montar o enxoval e comprar o necessário! Não quero deixar para o final da gestação, porque sei que a barriga vai estar gigantesca e as dificuldades de locomoção e o cansaço estarão ainda maiores.

Este é um post de sentimentos, mas não é nada sentimental. Talvez esteja mais para desabafo e relato de experiência do que para algo romântico ou idealizado.

Para além das preocupações com questões de desconforto físico (gases, prisão de ventre, dificuldade para dormir, inchaços etc), tenho me preocupado, também, com questões como parto, amamentação, família, cuidados com os filhos, com a casa, com o trabalho e com o fato de eu estar em uma cidade sem meus familiares... enfim... trabalhar o psicológico para o parto, pós parto e puerpério, que já não é fácil.

Quem já foi mãe sabe da carga hormonal descompensada que é o puerpério, período também em que a amamentação começa (estou torcendo para que a amamentação do meu segundo baby seja um sucesso total, já que eu amo amamentar e lembro que era algo que sempre me fazia sentir feliz. Provavelmente, os hormônios nos ajudem a sentir esta felicidade também!!!)

Minha experiência com a amamentação foi complicada no início, mesmo o bebê mamando bem, o peito sempre produzia muito leite. Mamas cheias, cheias e doloridas. Nada de ferimentos. Houve uma boa pega pelo bebê. A dificuldade maior surgiu aos quatro meses quando os ductos ficaram entupidos, impedindo e leite de sair, o que causava muita dor. Uma consulta ao mastologista, remédio certeiro e depois disso foi amamentar até os 2 anos e 3 meses. Tudo lindo!

Uma situação que vai ser diferente é a volta ao trabalho depois da licença maternidade (de 6 meses). Com a minha primeira filha, a licença encerrava aos 4 meses e por motivos diversos (insatisfação com o trabalho exercido, remuneração baixa que não compensava e vontade de ficar à frente dos cuidados com o bebê, principalmente) deixei o trabalho para cuidar da cria. Foi muito bom!

Agora, estando em um emprego estável, com uma jornada de trabalho de meio período, com uma licença maternidade ampliada, existe um conforto maior. Fico feliz de trabalhar em um local que, inclusive, possui creche para atender aos filhos dos funcionários. A realidade será outra. Terei que delegar os cuidados do meu segundo filho, por um turno, a terceiros. Vai ser diferente, mas estou com boas expectativas.

Para mim, gravidez é tudo isso! Um conjunto de sentimentos e muitos questionamentos. Momento de releituras e de aprendizados. Não é só o encanto de ver a barriga crescer e comprar roupinhas fôfas. Isso também! Montar enxoval é delicioso! Ficar pensando no bebê enquanto ele mexe é esplendoroso! Mas, principalmente, pensar  em questões emocionais e físicas. Em estruturar a vida, repensá-la, transformá-la. E viver, pensar e transformar... não é tão simples, mas nos torna sempre melhores.

Esse novo bebê é muito bem vindo. As experiências que vamos viver com ele serão únicas e nos trarão aprendizados diversos. Ser uma mãe de segunda viagem deve ajudar em termos de paciência, equilíbrio e por se ter mais experiência, creio eu! Rsrsrsrsrs!

Enfim... embarcamos com os melhores sentimentos nesta segunda viagem, colorida e especial.

Vou retomar as postagens do blog com mais frequência. Isso vai ser legal!

Todos a bordo?!






segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

A hora de dormir. O relógio está no 10!



Não é tática de guerrilha, mas estamos dormindo as 10h da noite!

Quando o relógio aponta para o número 10, essa é a hora de dormir.

Na minha casa tem funcionado assim. Depois de períodos de noites sem dormir, horários trocados, sonecas da tarde etc. Agora, finalmente, conseguimos conversar e ir para cama com um horário definido e sem maiores problemas.

Não tem choro, não tem chateação, não tem deixar chorando, não tem deixar no escuro, não tem deixar sozinho.

É 10 horas. É hora de dormir. É hora de deitar. Hora de descansar um pouquinho. Hora de ficar na coberta quentinha. Hora de ter o papai e a mamãe por perto. Hora de historinha. Tem sido delicioso!

Minha filha não tem problema para dormir, percebi isto. Nós é que muitas vezes ansiamos, com pressa, para que tudo seja uma rotina agradável e com criança, esta regra nem sempre funciona.

A hora do soninho chegou. Tem hora marcada, tem amor e tem aconchego.

Nesta primeira fase, ela está dormindo conosco. Isto mesmo! Cama compartilhada é algo que nos agrada e não nos atrapalha. Em breve, faremos a migração pro seu quarto, percebendo maturidade e desejo para tal fato acontecer.

E assim tem sido! Cama compartilhada, hora de dormir afeto e zzzzzzzzz...

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Estão explodindo crianças...

Observamos nos últimos dias relatos de explosões e assassinatos terroristas pelo mundo.

São cenas chocantes e tristes para se assistir. Difícil ver algo tão assustador e não reter emoções inquietantes.

Explodir crianças tem sido notícia comum. Neste último fim de semana, foram pelo menos 3 meninas-bomba no noticiário e outros tantos mortos como resultado de explosões de crianças "suicidas".

Eu me pergunto: "Qual a  criança que quer se suicidar e se atirar como bomba sobre um grupo de pessoas desconhecidas?"

Uns dizem que isso resulta de lavagem cerebral e promessas de paraíso, outros dizem que as crianças são ameaçadas e forçadas a praticar atentados.

Seja o que for... Está tudo muito errado neste mundo louco!

Estas são as notícias mais tristes que li até então. É... o ano de 2015 começou assim. Para alguns, mais uma notícia de terrorismo... Já nem se dá importância... Acostumados que estão com a violência diária banalizada...

Em mim houve repercussão. Dias de pensamento, de análise, de estarrecimento... Não me conformo nem banalizo. Isso é triste...

Finalizo assim, sem muitas palavras mais e com uma sensação de impotência e pessimismo diante deste mundo louco.


quarta-feira, 29 de outubro de 2014

♥ Desfralde completo com amor! ♥

Completamos o ciclo do desfralde e isso acabou sendo mais um ciclo natural em nossas vidas.

Assim como a amamentação em livre demanda, que foi progressivamente chegando ao seu fim aos 2 anos (e alguns meses), o desfralde ocorreu da mesma forma aos três anos.

No início, confesso que estava muito ansiosa pelo desfralde acontecer e acabava me frustrando por me deparar com a real imaturidade do corpo de uma criança que não domina por completo (nem pela metade... kkkk) suas atividades motoras e corporais.

O desfralde começou pelo xixi e, um ano depois, finalizamos o processo completo.

Por livre iniciativa, sem cobranças dos pais, a pequena decidiu usar o peniquinho para todas as necessidades fisiológicas.

Eu tinha prometido, há meses atrás, que quando ela fizesse o cocô no penico ela iria ganhar um pônei de brinquedo, mas não surtiu efeito imediato.

Quase 4 meses se passaram e, agora, ela está usando o penico e ainda lembrou de me cobrar: "Mamãe, já posso ganhar meu pônei?"

Um viva ao pônei do desfralde!!! kkkkkk!!! :D


sábado, 20 de setembro de 2014

Chego em casa e encontro tudo bagunçado.



Chego em casa e encontro tudo bagunçado.

Parece impossível, mas, sim! Sim! É verdade! No chão, massinha e resto de biscoito recheado.

Brinquedos espalhados.

Sofá sujo e desforrado.

Pia cheia de pratos.

Resmungo comigo mesma:"sempre sobra pra mim!"

A filha com saudade, fica no meu pé!

Estica daqui e de lá. Quer colo, quer atenção.

Beija minha perna, agarra com força e não quer soltar...

Paro. Respiro. Sento.

Chamo a filha pra perto.

Pergunto se aquilo tudo era saudade e ela diz que sim, cheia de chamego.

Aproveito para chamegar e matar a minha saudade também.

O tempo passa.

Ponho um desenho na tv.

Tomo um banho.

Volto pra sala mais descansada.

A filha continua assistindo desenho.

Varro toda a massinha e biscoitos do chão.

Lavo os pratos.

Arrumo o sofá.

Deito para dormir com ela na sala.

Desligo o desenho da tv.

Deitamos juntas.

Ela dorme antes de mim.

Até que o dia comece novamente.

Até que surja uma nova bagunça.



A pequena adotou uma flor.


O pai foi ao horto providenciar jardineiro e grama para casa.

Levou a cria junto.

Comprou o que tinha que comprar.

Acertou com o jardineiro.

A filha mirou uma flor.

A flor era uma violeta.

Abraçou a violeta.

Brigou por ela.

Trouxe-a para casa.

Encharcou de água.

Arrancou algumas folhas.

Colocou entre os brinquedos favoritos.

Dormiu e acordou.

Tomou nescau pela manhã e quis dar um pouco para flor também.

A mamãe não deixou.

Ela chorou. Queria dar o nescau para a flor, certa que que ela iria gostar.

Encontrou na flor algo especial.

Há um encanto nisto tudo.

Apenas uma violeta.



segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Agora ela toma remédio! Ufaaa! :D




Foram necessários 3 anos, muita conversa e brincadeiras para chegarmos nesta etapa.

Tomar remédio sempre foi um problemão aqui em casa. A pequena rejeitava e acabava vomitando tudo! Não tinha prática ou método... era um terror MESMO!

Aqui meu depoimento durante este passado (tenebroso! hahahahaha!): http://mama-lumen.blogspot.com.br/2014/03/remedios-negacao-e-um-aperto-no-coracao.html

Era muito chato e preocupante... Isso deixava a Mama aqui extremamente aflita... Sem contar incompreensão das pessoas que ficavam achando que eu era uma lerda, que não conseguia "domar" uma criança... Humpf!! :/

Um belo dia, o papai conversou, pediu para ela colocar a pontinha do dedo na colher e, para nossa surpresa, experimentou o remédio e acabou por tomar a colher toda.

Toda vez que ela toma uma colherada de um remédio que precisa é uma festa! :D

Graças ao bom Deus, ela adoece pouco. Em geral, alguma virose que traz da escola (normal!! hahahaha!).

Nada como o crescimento e amadurecimento das crianças, né? Nada como o passar do tempo... Nada como persistir no que é certo!

Por aqui seguimos firmes, fortes e felizes!! :D

Mama



segunda-feira, 25 de agosto de 2014

O aniversário da bailarina! #cecibailarina








O aniversário foi um sucesso total!!! Tudo funcionou como planejado.

A primeira experiência de um aniversário na escola me surpreendeu pela praticidade e pelo baixo custo.

A festinha na escola leva menos de 1 hora, mas todos se divertem, comem e brincam!

Optei pela montagem de pequenas marmitinhas, já com um kit pronto para as crianças comerem. Dois salgados, dois doces e um pãozinho.

Os pequenos beliscaram. Comeram um pouquinho de cada coisa. Muitos deixaram a marmitinha quase intacta. Percebi que eles gostaram mais do pãozinho e do brigadeiro.

O bolo apenas Ceci que comeu com gosto. Rsrsrsrsrrs! (Ainda bem que alguém comeu o bolo!)

Os adultos (que foram apenas 3, além de mim e do meu esposo) também comeram do bolo e da marmitinha.

A decoração foi: Mesa enfeitada, balões e pompons de papel.

Personalizamos convites, tags de agradecimento, porta guardanapo, toppers, capas para pirulito. O que deu a um ar meigo e delicado para a festa! Consegui os modelos prontos e grátis neste site:
http://fazendoanossafesta.com.br/2012/07/bailarina-rosa-mini-kit-com-molduras-para-
convites-rotulos-para-guloseimas-lembrancinhas-e-imagens.html/



Os pompons eu aprendi a fazer neste blog aqui:
http://asfestasdemanuca.blogspot.com.br/2014/07/substituindo-as-bexigas-ii-pompons-de.html

É bem legal porque enfeita o ambiente e diminui a quantidade de balões. (O meio ambiente agradece, né?)

Montei dois saquinhos para os pequenos levarem pra casa: um com uma lembrancinha (uma varinha mágica em formato de estrela) e outro com guloseimas (jujuba, paçoca, chocolate e bala).

Ceci ganhou vários presentinhos e aconteceu algo inusitado: ela ganhou 5 bonecas bailarinas. Todas diferentes. Ela anda com TODAS para cima e para baixo! E brinca o tempo todo com elas! Curtiu! :)

A festinha na escola foi pela tarde. À noite, partimos um bolinho com os amigos do condomínio, que foi bem legal também! Convite de ultima hora, festinha super simples e muitos amiguinhos.

Optamos pelo suco ao invés do refrigerante. Confesso que a criançada quase não tomou os sucos. Mas, fizemos nossa parte! Aqui em casa, não tomamos refrigerante nem suco de caixinha! :)

As festinhas foram uma delícia! Ceci se vestiu da bailarina e não queria mais tirar a roupa!

Dormiu feliz e, no dia seguinte, disse que queria festa de novo! Pode isso? Kkkk!

Até o próximo ano! :D

(Mama)


quinta-feira, 21 de agosto de 2014

"Mamãe, eu quero chorar um pouquinho."



A pequena percebeu que o pai foi dormir e resolveu que queria entrar no quarto (provavelmente, para acordá-lo, como já fez algumas vezes! Rs).

Desta vez, o pai deu um ultimato para todos da casa, (leia-se todos = eu e Ceci) de que ele não queria ser acordado.

A filha ficou na porta do quarto berrando e chorando. Expliquei que o papai já estava dormindo e que não iria acordar. Ela ficou triste, pois queria brincar (às 00:20 da madruga) com ele.

Abracei, beijei, expliquei... Mas ela continuou ali chorando...

Quando eu saí e a deixei um pouco só, ela falou: "Mamãe, eu quero chorar um pouquinho. Deixa eu chorar um pouquinho!"

Respeitei!

Ela chorou por pouco tempo e depois começou a cantar... (Isso mesmo! Cantar!)

Terminou de cantar e me chamou: "Vem, mamãe, vem me buscar!"

Muitos abraços e colinho. E agora, estamos deitadas juntinhas esperando o sono chegar!

Choro tem motivo! Muitas vezes expressa frustração, tristeza... outras vezes, cansaço, sono, fome e stress... e tantos sentimentos mais...

Respeito às emoções das crianças (e adultos), EU APÓIO!

Boa noite a todos! :)

(Mama)

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

"Pro pai é fácil"- relato de um pai que está longe.


 
 
“Pro pai é fácil.”

Todo relacionamento que acaba gera dor, é muito triste quando duas pessoas que sorriram juntos não conseguem mais conviver, ainda mais quando uma nova vida vem se formar. Afastamo-nos antes mesmo de saber que o jardim estava semeado, a semente cresceu num canteiro longe de mim. Saber daquilo mexia comigo, mas não tanto quando me entregaram pela primeira vez e vi as bochechas sujinhas de iodo a dormir enrolada numa manta lilás.

Cada dia que passava aquelas bochechas pareciam um pouco menores, os olhos mais atentos, os sorrisos mais frequentes, os dedinhos mais fortes, a língua mais agitada, perninhas expressivas que se batiam de alegria, empurravam de birra, até começarem a arrastar o corpo, que logo começava a morder tudo. O tempo passava e pensando em fazer o melhor pra ela comecei a cometer meus erros, alguns acertos também, é claro.

Trabalhando pelas estradas a saudade era grande a semana inteira, e tentar voltar com a viver com a mãe para estar perto da filha, claro que não daria certo! O segundo rompimento, talvez mais dolorido, que nos separou por 2300 km, estados diferentes, passagens de ida, passagens de volta gastos enormes e desemprego!

Quando tudo parecia perdido ela voltou, sua mãe se casara novamente. Fiquei feliz, a distância era de apenas 450 km e toda quinzena estava comigo. Meu melhor sorriso, meus banhos de praia, castelos de areia, folias com a Pepa e danças com Backyardigans, xixi na cama, brigas com o sono e com a cadeirinha do carro, ler e interpretar os três porquinhos de 5 a 8 vezes por noite, esconder legumes na comida.... Enfim parecia que estava indo tudo bem, até que o tal novo padrasto e a mãe “abandonada” decidem que a minha princesa devia considerar e chamar o dito cujo de pai também, e ainda limitar minha presença e participação (presencial é claro, financeira nunca foi podada). Tudo bem, para evitar conflito e não fazer a única pessoa sem culpa da história sofrer e ver brigas entre os pais eu decidi tentar conviver e me precaver judicialmente, além disso decidi fazê-la feliz comigo e mostrar pra ela o que vejo da vida quando estiver em sua companhia, acredito que o amor é indestrutível.

Até que o esperado acontece e depois de pouco tempo a mãe e o “novo pai, perfeito e presente” desentende-se e os 2 300km voltam....

Não sei se é bom ou ruim, o pior é que hoje o Skype é meu melhor amigo quando dá. Eu não posso largar tudo e ir pra lá, preciso continuar, mandar a renda pra suprir sua escolinha, plano de saúde e tomara que consiga continuar no balé que ela adora tanto, pensar em seu futuro financeiro e educacional também....

Hoje meu dia é saudade, olhando fotos e seus brinquedos que ficaram. Saudade, que sentimento cruel, tão dolorido e tão bonito que não nos deixa ter raiva, ela só causa a dor e ainda é bem quista.

Muitas coisas ruins, como ouvir por aí que “quando os pais se separam para o pai é fácil, que não tem que mudar sua vida, se privar de festas, de perder noite, de educar, não muda o corpo, não muda nada!!!!”

Sei que criar uma criança é difícil. Quando estou com ela faço seu almoço, sua janta e seu café; eu que dou a comida, o banho e escovo os dentes; sei que um simples banho é difícil de entrar e as vezes mais difícil ainda de sair; sei que o sono dói; que correr atrás de criança que anda o tempo todo cansa mais que um dia de trabalho num curral com 400 vacas; sei que tirar a fralda vai te fazer acordar de madrugada pra trocar lençol e se estiver dormindo junto pra aproveitar o pouco tempo te fazer tomar banho (como dica coloque um saco de lixo e uma toalha embaixo para não ter que lavar o colchão também); sei que tem que aproveitar o tempo que ela dorme pra cuidar de si, sei que as vezes a gente perde a paciência e sente vontade de dar umas palmadas ou um sonífero.

Mas sei também, e muito bem que pior que tudo isso é não estar perto; não ver sua satisfação ao conseguir comer sozinha; fazendo descobertas anatômicas, como que o papai tem piu piu, ela tem pepeca e o gatinho tem rabo; difícil é não sentir o cheiro de seu cabelo; é não brigar porque ela tirou meleca e passou em mim enquanto via desenho; difícil é não poder ensinar e mostrar um monte de coisa o tempo todo; é ver seus olhinhos brilhando ao ver um cavalo; difícil é ser veterinário e pensar nela todo dia ao ver um cavalo; é esperar seu sorriso tímido ao te ver; é o medo de se tornar um estranho para quem você mais ama, é o medo de não estar lá quando ela precisar, quando ela chorar,,,

Trocaria todas as festas, noites, liberdades, viagens se pudesse ser acordado todo domingo as 7:00 h da manha com um tapinha no rosto me dizendo : “papai, pá lá bincá de pocotó.... eu sou a rainbow dash viu!!!!”
 
Obs: O Pai que escreveu este texto para o Blog solicitou anonimato.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Relato de Pai/ Vinícius e Duda.




 
Experiência de Pai

Por: Vinicius de Campos

Poxa!  Se aproxima meu 5 dia dos pais, depois que eu soube que seria pai, e recebi um convite de Mama lúmen para postar algo sobre a experiência de ser Pai.
Talvez, as mães pensem que ser pai é diferente de ser mãe, mas quando se acompanha a gestação do início quando sua filha ainda é um grão de arroz com aquelas poucas semanas acredito que a sensação é a mesma.
Ah, pra quem não me conhece tenho uma filha, Maria a qual sempre sonhei ter, muitas das vezes escutei , “mas, pai prefere um homenzinho”, eu sempre quis que minha primogênita fosse a Maria. E como Deus conhece nosso coração, fui agraciado com esse amor de menina.

Gente, a experiência é única, com certeza, desde novinha sempre cuidei dela, fiz mamadeira,  a coloquei pra  dormir, cantei ao ninar. Podem até pensar que isso  é coisa de mãe, bobagem! Isso é coisa de Pai sim, é coisa de pai levar ao salão para aprender a ser vaidosa, é armar barraca no quarto para contar estórias , claro, sempre  aumentando um pouco para que a imaginação flua, para que possa levar minha filha linda a lugares que ela sonhe, sendo princesa, heroína, na verdade sendo o que ela quiser! rsrsrs.

Brinco que carrego minha “pochete (Maria)” aonde eu vá, pois é minha companheira de aventuras, descobrimentos, e haja descobrimentos. Descobri que o amor por uma criaturinha nasce quando descobrimos que a levaremos para sempre onde quer que estejamos.

Gente, mas não é só maravilha não, vim de uma família humilde, casei aos 18 anos, vocês sabem o que é isso? Tive a Maria aos 22, porém, sendo sincero, foi a melhor coisa que aconteceu em minha VIDAAAAA!!!
 
Poderia elencar várias traquinagens dessa menina, no entanto, prefiro externar o que sinto, o sentimento que levo no peito, o que sinto toda vez que a faço dormir e vejo que parece uma boneca, e apesar de já está quase moça, ainda cabe em meu colo, como no dia do seu nascimento, também é sim um encaixe perfeito o colo do pai, tão duvidando? Perguntem à Maria!

 Vocês tão pensando que é só mãe que chora ao ver seu filho dormir? Engano! Me encho de emoção sim, prolongo meus sonhos, sonhando as coisas mais belas para minha Maria e isso é ser Pai.
 
Ser Pai é : É amar tanto, tanto, tanto, tanto... só não posso dizer que é amar mais do que a mãe, mas também não posso mensurar o tamanho do amor que sinto.

Te amo Maria!!!!! Feliz dias dos Pais aos Pais e as Mães (que não deixam de ser Pais também).

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Mamãe no novo trampo! : D



A Mama passou num concurso, foi chamada e agora está trabalhando. ( Yupiii!)

O que mudou? Algumas coisas mudaram: hora da escolinha, do banho, de comer, de DORMIR.

Estamos nos readaptando em tudo por aqui. E o sono, desregulou por completo... Mas vamos nessa!

Então, a pequena fica com a mamãe pela manhã, almoçamos juntos com o papai, a mamãe vai trabalhar pela tarde e a filhota vai pra escola, e, à noite, o papai fica com a cria e a mamãe vai estudar.

Deu pra entender mais ou menos? Ela fica comigo pela manhã, estuda à tarde e fica com o pai à noite.

Está tudo indo muito bem! Exceto a adaptação ao horário de dormir à noite. Estamos fazendo testes: algo entre acordar mais cedo/tarde e dormir mais cedo/tarde. Hahahahaha! Mas cada dia funciona de um jeito e por enquanto nada de rotina para o sono. Aliás, a rotina tem sido dormir um pouco mais tarde (tipo: depois da meia noite... Hahahahahaha!)


Tive um privilégio enorme de poder cuidar da minha filha bem de perto, amamentá-lá até o desmame natural e estar bem próxima e presente nos seus primeiros anos. (Tanto orgulho! Adorei!)

Agora, surge um novo desafio e estou bem feliz!

Um emprego legal, em uma jornada que me permite ter um turno em casa com a pequena, já que é um trabalho de 30h. Tudo lindo! Como eu sempre desejei!

Enfim! Feliz! :D

Pra semana que vem, deve surgir um post sobre a readaptação ao horário de dormir. :D

Mamães da madruga unidas! Quem mais?

(Mama)

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Gravidez não é doença! O discurso da incompreensão...





Tá bom, gravidez não é doença, certo... Mas traz indisposição, dores e desconforto para maioria das gestantes.

Não é por isso mesmo que elas tem preferencia nas filas e cadeiras exclusivas nos ônibus?

Eu também já pensei assim em uma situação: "Gravidez não é doença e ela inda está esperando sentada". E a gestante solicitando uma brevidade no atendimento. I AM sorry! Eu não penso mais assim... Assumo e me desculpo por ter pensado assim algum dia...

Certa vez, ouvi este mesmo discurso vindo de outra pessoa. Na época, eu já tinha filho e tentei explicar que gravidez não é doença, mas que, pode sim, deixar a mulher debilitada. A pessoa reclamava que a diarista grávida estava faltando muito, por estar enjoada, e exclamou o jargão: " Gravidez não é doença!"

Durante a gestação, ganhei um livro: "Parabéns! Você está grávida!" ( Sim, este é o nome do livro.)

Li atentamente, todinho, até o final e explanei: Poxa, gravidez não é doença, maaaaas...

Eu lia um pedacinho do livro a cada dia, no ônibus, na ida ao trabalho e, confesso, fiquei assustada, (talvez, pelo meu estado hormonal alterado, chorei ao ler muita coisa deste livro) e vou citar aqui diversos sintomas de incômodos pelos quais as gestantes podem passar:

1-Alterações físicas, aumento de peso;
2-Constipação intestinal;
3-Gases e flatulência;
4-Maior trabalho dos rins;
5-Azia e queimação;
6-Dores nas mamas;
7-Dores nas costas;
8-Hemorroidas;
9-Varizes;
10- Câimbras;
11-Inchaços.

Todos esses 11 ítens são abordados apenas
no capítulo 8 do livro, que explica que os sintomas são comuns, mas que nem toda mulher vai passar por eles.

Então, escolha apenas um dos 11 ítens e tente perceber como seria trabalhar, estudar, se exercitar, enfim...

Quando uma grávida estiver próxima, não custa muito oferecer um lugar para sentar ou adianta-la numa fila. (Isso já é um direito dela, mas, empatia é sempre bem vinda!)

IMPORTANTE! Não estou pregando aqui um discurso de "coitadismo", para ficarmos com pena das mulheres, tampouco, para inferiorizá-las. Meu desejo é o de que as pessoas reconheçam o conteúdo de seus discursos, muitas vezes cheio de rancor e maldade.

E se você ainda persiste em ficar exclamando por aí que "gravidez não é doença", apenas para se manter em sua zona de conforto, este texto foi feito para você! Vale a reflexão! Sempre podemos mudar nossas percepções e atitudes.

Ame e cuide de uma gravidíssima mais próxima!

Até mais!

(Mama)

Obs: A respeito do livro, foi escrito por um médico famoso da televisão ( Dr. José Bento), é um livro curto, simples de ler, mas não está na minha lista dos melhores, dos meus livros favoritos sobre gestação.






sábado, 19 de julho de 2014

Fomos de buzú! E deu certo! :D

Fizemos uma viagem de  uma hora e meia de ônibus intermunicipal.

Foi a viagem mais tranquila desde então. Já tinha viajado outras vezes, só eu e a cria e em todas as outras eu contava os minutos para acabar aquele suplício.

Chorava, ficava enjoada, chateada, queria brincar no corredor etc.

Desta vez, ela se aborreceu por 2 vezes, entediada, mas aí troquei a brincadeira e a viagem seguiu tranquila. Quase durmo! (Imaginem? Hhahahhaha! O tempo passa. Que bom! Acordos são possíveis e conversas também quando a cria já está maiorzinha! Tks God!)

Comprei um revista das princesas por R$ 11,00 na rodoviária. A revista vinha com brinde celular e bijouterias de plastico. Ficou entretida nisso por pouco tempo.

Depois rolou galinha pintadinha. Era o que eu tinha no tablet e como ela nunca mais tinha assistido, curtiu de boa. Ficou entretida por uns 30 min.

Depois foi conversa, beijinhos, colo e ficar na janela vendo a paisagem na estrada.

Chegamos, fomos as últimas a descer do ônibus e seguimos de mãos dadas todo o tempo. Nada de colo, foi andando e não reclamou. Outro avanço! Porque eu estava com uma mochila bem pesada nas costas.

Outra coisa que mudou foi a bagagem. Uma mochila média, apenas com ítens essenciais para passar o fim de semana. (Ficou pesada mas compacta!)

Estamos na casa do vovô, já fomos à casa da Bisa e mais tarde comer um abará delicia, já que estamos em SSA e a cria ama comida baiana.

Amanhã tem a viagem de volta! Deus abençoe a America e à nossa viagem também, que seja uma glória como foi esta viagem de vinda. Amém! :D

(Mama)

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Tem cocô na área! (Para mães sem frescura!)

Vou começar com a seguinte frase: "Mãe de verdade é a que mete a mão na massa".

Não fui eu quem falou, mas tenho que concordar!

Nojinho não combina com maternidade, convenhamos.

Numa festinha de aniversário, certa vez, uma figura comentou que a sobrinha tinha ficado "cagada" até a mãe da tal criança chegar pra limpar. A figura, lembro bem, estava noiva e queria ter filhos...

Conversei com ela, em tom divertido e de brincadeira, que cocô de bebê não fede tanto assim, mas ela discordou... kkkkk! Coitadinha... Não sabe o que a espera...



Eu não sou uma pessoa de muitas frescuras ou nojo. Sou uma mulher prática. Tem que fazer algo, faz logo, pensa muito não, mão na massa e pronto!

Lógico que tem vezes que eu tenho nojo e faço cara feia e tapo o nariz. Com certeza!

Na época do desfralde, houve momentos de muito stress pra mim. Cocô e xixi por todo lado. Acabei ansiosa para esta fase passar logo, mas demorou bem uns 3 meses.

Agora estamos na fase de fazer cocô na roupa. Isso mesmo! Xixi no penico e cocô na roupa.


Devido a um período de prisão de ventre, a cria agora fica num canto quieta pra fazer cocô e ela não gosta nem que olhem pra ela.

Esta nova fase não consta em livro nem nunca ouvi ninguém comentar a respeito, portanto não achei nenhuma fórmula de sucesso por aí, estou procurando manter a calma e levar numa boa, até achar uma estratégia para convencê-la, novamente, de usar o penico amigo! Rsrs!

Assim que eu tiver mais novidades, conto mais! Para mães sem nojinho, ok?

(Mama)