❤ Um Blog para quem curte a maternidade com afeto. ❤

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Expectativa pro primeiro dias das mães (de verdade)!

Como assim, de verdade?

Dia das mães não é todo dia? Alguns devem estar se perguntando...

É que eu estou esperando por aquele dia, sabe? Apresentação na escolinha, beijinhos e abraços especiais do DIA DAS MÃES.

Eu curto essas coisas! Pode parecer cafonice... mas... fazer o quê? Não vou mentir, ok? Eu estou ansiosa para meu primeiro dia das mães "de verdade". kkkkkkkkk!!

Será que eu vou me emocionar quando vir a minha pequena se apresentando toda lindinha, junto com os coleguinhas da escola?

Eu acho que vou sim... e muito!

É que eu faço parte de um grupo de seres humanos que tem sentimentos, que é bem emotivo, que chora com homenagens e momentos bonitos... tipo... um
tipo de gente besta, mesmo! kkkkkkk!

Quem mais aí está ansiosa pela chegada do dia das mamães?

Ansiedadeeeeee danadaaaa!

Por aqui seguimos contando os dias! :D

(Mama)

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Tiradas da Tchuca/ Pintar é muito bom.

Ela encontrou uma caneta, pegou a agenda da escola (enquanto a mãe tava na internet, lógico! rsrsrsrsrs) e riscou uma das páginas.

Eu perguntei: -Filha, você riscou a agenda?
Ela respondeu: -Risquei. Desenhar é muito bom, mãe! É legal! É muito bom!

E eu ri, fazer o quê?
Contei pro marido e ele riu também, né?

Essa Tchuca...

(Mama)

Relato de Mãe/ Charllyne e Ana Luísa

 Olá!
  

Me chamo Charllyne Crisóstomo, sou mãe de uma princesa, a Ana Luiza, de 2 anos e 10 meses, e estou aqui para compartilhar um pouco dessa experiência maravilhosa, que o Senhor me proporcionou, que é a de ser MÃE. 

Só de falar isso, meu coração já palpita e me emociono. Pois é algo tão especial que só mamães vão realmente entender do que estou falando.

Não teria como falar dessa experiência, sem contar o milagre que Deus fez para que minha pequena estivesse hoje comigo. Antes de descobrir a gravidez, sofri um acidente grave de moto, em que uma moto bateu atrás da moto que eu pilotava e passou por cima de mim, fiquei em baixo de duas motos, numa uma pista, à noite por volta das 23:00 horas, quando voltava da faculdade. 

Eu morava em outra cidade, onde não conhecia praticamente ninguém, e meu esposo estava viajando no dia, ou seja, estava sozinha, ou melhor, só eu e Deus. 

Devido ao acidente, tive que realizar vários raios X, ressonância e também tive que tomar alguns remédios fortes, tanto para dor, quanto para dormir, pois não conseguia dormir devido às dores. 

Comecei a passar muito mal com a medicação, com palpitações no coração, e meu corpo ficava tremendo do nada. O médico, então, me solicitou um exame de gravidez, apenas para mudar os remédios. 

Então fomos eu e meu esposo fazer, e eu nunca tinha feito antes. Quando fomos buscar o resultado, fiquei no carro e ele foi pegar, quando abrimos não entendi, pois em vez de ver o resultado, li apenas a explicação de REAGENTE e NÃO REAGENTE. 

Aí eu mandei ele perguntar, na recepção do laboratório, o que era o tal resultado. Quando ele voltou me disse: “Mô tu tá grávida”, pasmo! Eu achei que era brincadeira dele, mas não era (risos).  

Passado o susto ficamos felizes!!

Daí, tive um pequeno sangramento e fui em uma ginecologista pra saber o motivo, e ela me passou um ultrassom, e me disse que, provavelmente, meu bebe não teria sobrevivido, e meu corpo não teria feito o aborto espontâneo, e me explicou que o bebê poderia ter várias sequelas devido aos procedimentos realizados.

Fiquei triste e preocupada no momento, mas depois, orei a Deus e me tranquilizei mais. Realizei a ultrassom com uma outra médica, e ela ficou abismada com o que tinha acontecido, e colocou em alto e bom som o coraçãozinho da minha filha batendo, ái que felicidade!!! 

E era assim a cada ultrassom que eu fazia e via ela toda perfeitinha, só poderia glorificar a Deus, e dei a ela o nome de Ana (Cheia da graça de Deus) e Luiza (Guerreira da luz).


Ela nasceu perfeitinha, e com ela nasceu, também, uma mãe, que acredito que, como todas as outras, achava que não da conta do recado, que não saberia cuidar. 

No meu caso, além disso, não tinha leite, foi uma luta para tentar amamentá-la. Mas as coisas foram fluindo, e, cada dia que passava, eu amava cada vez mais aquela pessoinha, que torna meus dias mais alegres, mais cansativos, especiais e únicos.